Poucas Palavras

Banco do Brasil quer controle da Brasilprev

31/10/2009 · Deixe um comentário

28/10/2009 – DCI

A BB Seguros Participações, subsidiária integral do Banco do Brasil (BB), e a Principal Financial Group, firmaram ontem memorando de entendimentos para rever sua parceria no desenvolvimento e na comercialização de produtos de previdência privada aberta no Brasil.

Com isso, os canais de distribuição do Banco do Brasil comercializarão produtos de previdência privada exclusivamente da BrasilPrev Seguros e Previdência pelo prazo de 23 anos. Em contrapartida, a BB Seguros terá sua participação na BrasilPrev ampliada de 49,99% para 74,995% do capital social total.

Como condição à implementação da revisão da atual estrutura societária, diz o BB em nota, a Principal, que possui 46,01% do capital social total da BrasilPrev, pretende adquirir a participação de 4% detida pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) na companhia, ficando com 25,005% do capital total. Há também o interesse de adquirir a carteira de previdência da seguradora Mapfre, que faz a distribuição pela Nossa Caixa.

O BB anunciou também que aumentou em R$ 3,7 bilhões o limite de crédito disponível de 12 grandes empresas do setor de construção civil. A decisão, segundo comunicado do banco, foi uma resposta à crescente demanda do segmento e aumenta em 462% o valor disponível dessas incorporadoras. O valor para esse conjunto de grandes incorporadoras passou de R$ 800 milhões para R$ 4,5 bilhões.

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Seguros: mais de 5 mil reclamações este ano

31/10/2009 · Deixe um comentário

27/10/2009 – AGÊNCIA FINANCEIRA (PORTUGAL) Finanças Dados de Janeiro a Setembro 

1.763 queixas foram efectuadas no livro de reclamações O Instituto de Seguros de Portugal (ISP) recebeu um total de 5.070 reclamações, entre Janeiro e Setembro de 2009, contra as entidades sujeitas à sua supervisão, como empresas de seguros, sociedades gestoras de fundos de pensões e mediadores. Do total de reclamações registadas nos primeiros nove meses do ano, 3.307 foram recepcionadas directamente no Instituto de Seguros de Portugal enquanto que 1.763 foram efectuadas no livro de reclamações e, posteriormente, enviadas pelas entidades reclamadas para o ISP. A proporção destas reclamações manteve-se sensivelmente idêntica à do período homólogo anterior», diz o ISP num comunicado enviado à redacção da Agência Financeira. Quanto às matérias de reclamação, mais de metade (57,73%) estão associadas à ocorrência de um sinistro. Das restantes, destacam-se as que dizem respeito ao conteúdo do contrato (18,44%), ao prémio (6,51%) e à cessação do contrato (6,41%). No que diz respeito à distribuição por ramos, o número de reclamações nos ramos «Não Vida» (83,06%) é superior ao do ramo Vida (16,94%). Nos ramos «Não Vida» destaca-se o seguro automóvel com 52,56% seguindo-se o seguro de incêndio e outros danos (7,75%) e o seguro de saúde (6,98%). Do universo de reclamações recepcionadas no período em análise, verifica-se que, na sua maioria, são apresentadas pelo próprio cliente (67,81%), e em 28,95% dos casos é um terceiro a reclamar.

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Bradesco negocia compra da SulAmérica

14/09/2009 · Deixe um comentário

14/09/2009 – DCI

O Bradesco estaria negociando a compra da SulAmérica, segundo fontes ligadas às negociações. O sócio estrangeiro da SulAmérica, o grupo holandês ING , teria interesse em vender a participação direta de 21% na seguradora desde o início do ano para se capitalizar e enfrentar dificuldades na Europa. O valor está em negociação. O Bradesco nega a existência da negociação, e a SulAmérica afirmou que desconhece qualquer negociação nesse sentido. A SulAmérica é controlada pela família Larragoiti.

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MetLife lança novo conceito de relacionamento com as corretoras

12/09/2009 · Deixe um comentário

10/09/2009 – REVISTA COBERTURA

A MetLife lança programa de relacionamento para fidelizar corretoras de seguros. 

Baseado no conceito de aliança estratégica com os principais clientes, o Top Brokers funciona como uma espécie de “selo de qualidade” para as corretoras, que passam a obter vantagens, como atendimento diferenciado, treinamentos, agilidade nos processos, materiais de divulgação, entre outras.   

“O Top Brokers reafirma a posição de parceria da MetLife com o profissional de seguros no mercado de benefícios ao trabalhador. A ideia é valorizar o poder de capilarização do canal corretor na distribuição de produtos de Vida, Previdência e Planos Odontológicos. Queremos proporcionar a esses corretores as vantagens que o conceito de manutenção e fidelização de negócios traz para o consumidor”, diz Márcio Magnaboschi, Diretor Adjunto de Vendas da MetLife.

Para se tornar um Top Broker é preciso preencher alguns requisitos, como ter uma área especializada em seguros de Vida e/ou Planos odontológicos e administrar um determinado volume de apólices de Seguro de Vida com a companhia. Além disso, a intenção de aumentar o portfólio de clientes na MetLife é um aspecto fundamental para participar do programa.

Mais informações sobre o Top Brokers estão disponíveis no www.metlife.com.br

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Indústria de seguros é a que mais crescerá no século XXI

12/09/2009 · Deixe um comentário

10/09/2009 – MONITOR MERCANTIL

“Acredito que o seguro será a indústria que mais vai crescer no século XXI. Podemos ver que é a única que pode quantificar, qualificar e proteger do risco. Assim, me coloco como parceiro e amigo do seguro nacional”. A afirmação é do presidente do Banco Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, ao ser agraciado, pela primeira como homenageado especial do Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ), durante a realização da 33ª edição de sua tradicional festa dos Destaques 2008-2009 nesta terça-feira (8), no Copacabana Palace, Rio de Janeiro. O evento, conhecido como “o Oscar do Seguro”, reuniu mais de 250 pessoas e serviu também para celebrar a posse do novo presidente da entidade, Lucio Marques (que substituiu Octávio Perissé).

Ao agradecer o reconhecimento do CVG-RJ pelos últimos 5 anos e meio dedicados ao seguro de Vida, Previdência e Capitalização, Trabuco disse acreditar que o seguro e previdência fazem parte do eixo dos negócios bancários do Bradesco. “Ao longo de minha trajetória profissional, adotei alguns mantras, entre eles, o de que Deus nunca dá aquilo que pedimos e, sim, aquilo que acreditamos”, ressaltou.

Ao tomar posse, o novo presidente do CVG-RJ, Lucio Marques e sua diretoria apresentaram uma iniciativa inédita que será adotada na gestão 2009/2011: as beneméritas participarão ativamente das decisões da entidade. Segundo ele, há “muito trabalho” para fazer nos dois anos, e a ajuda das beneméritas será necessária. “Um plano de ação será levado a cada uma delas, que atuam no Ramo de Pessoas”, declarou.

Também foram premiados a Bradesco Vida e Previdência, como Seguradora do Ano, representada pelo diretor de marketing Jorge Nasser; Acácio Queiroz, como Homem de Seguro do Ano, (que não pôde comparecer, mas receberá o troféu no próximo almoço do CVG-RJ); Robert Bittar, como Personalidade Institucional; e Ernesto Pedroso, como Personalidade Empresarial. Na categoria Gerente Comercial recebeu o prêmio Sérgio Valetim, da Porto Seguro; como Gerente Técnico foi premiada Gildete Souza Bormolim, da SulAmérica; Nelson Gonçalves recebeu o prêmio como Corretor de Seguros; e na categoria Funcionário Interno recebeu o prêmio Angélica Daniele Barros de Araújo, da Bradesco. Ângela Cunha, assessora de imprensa da CnSeg, foi premiada na categoria Jornalista de Seguros.

Nos destaques em produto receberam o troféu a Mapfre, na categoria Previdência Privada, representada pelo diretor executivo da unidade Vida da Mapfre, Caio Vaz; a Marítima Seguros, na categoria Vida, representada pelo vice-presidente Marcos Acildo; a Golden Cross, na categoria Saúde, representada pela gerente comercial, Silvia Adner; a SulAmérica, na categoria Propaganda e Marketing, representada por Oswaldo Mário e Carlos Alexandre Guimarães; e a Global Serviços de Assistência 24 horas, na categoria Assistência 24 horas. A WKM/CredSeg recebeu o prêmio como Corretora de Seguros.

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Sincor-SC divulga programa do XVI Congresso

12/09/2009 · Deixe um comentário

10/09/2009 – REVISTA COBERTURA

Entre os dias 9 e 11 de outubro o Centro de Convenções de Florianópolis receberá o XVI Congresso Brasileiro de Corretores de Seguros, organizado pela Fenacor e o Sincor-SC. “Esperamos realizar um dos melhores congressos de corretores de todos os tempos”, ressalta Odair Roders, presidente do Sincor-SC, sobre o evento cujo mote é a responsabilidade socioambiental.

Segundo ele, os cerca de 2 mil congressistas aguardados pela organização contarão com workshops simultâneos com temáticas como microsseguro, competitividade no seguro de automóvel, vida e previdência, e seguro empresarial. Também são destaques os painéis “A corretagem como negócio”, “O futuro do mercado de seguros no Brasil” e “Ética no Trabalho”. “A nossa programação está bem interessante. Focamos o congresso em qualidade, não em quantidade”, define Roders.

Paralelamente, os participantes também contarão com a XV Exposeg, shows de Maria Rita e Paralamas do Sucesso, além de uma apresentação do Ballet Bolshoi e uma mini OktoberFest.

Acesse a programação completa: http://www.fenacor.com.br/xvicongresso/programacao.htm

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Pela 4ª vez, a Seguros Unimed é uma das 150 Melhores Empresas para se Trabalhar

12/09/2009 · Deixe um comentário

 
A Unimed Seguros – marca que representa a Unimed Seguradora e sua controlada, a Unimed Seguros Saúde – foi eleita, pela quarta vez, no Guia VOCÊ S/A | EXAME, uma das 150 Melhores Empresas para se Trabalhar.

A 13ª edição do prêmio, que revela as 150 empresas com o melhor desempenho na gestão de pessoas do País, recebeu 550 inscrições. Foram avaliadas quatro categorias: Estratégia e Gestão; Liderança; Cidadania Empresarial e Políticas e Práticas.

Presente à premiação, ocorrida ontem (09/09), no Teatro Alfa, em São Paulo, o presidente da Seguros Unimed, Dalmo Claro de Oliveira, falou da importância de estar entre as 150 Melhores Empresas para se Trabalhar: “Estarmos, pela quarta vez, no Guia Você S/A / Exame, demonstra que a companhia trilha um caminho voltado para a valorização, bem-estar e qualidade de vida de seus colaboradores”.

Um dos pontos positivos identificados pela publicação foi o investimento em desenvolvimento profissional, que contabilizou R$ 600.000 e somou 16.000 horas de treinamento. Além disso, a Seguros Unimed ficou entre as campeãs em promoções em 2008, tendo 62% dos seus colaboradores promovidos.

Outras cooperativas do Sistema também ganharam o prêmio: Central Nacional, Porto Alegre, Rio, Cuiabá, Blumenau, Vales do Taquari e Rio Pardo, Federação Rio, Sul Capixaba, Missões e São José do Rio Preto.    

O que os funcionários dizem da Seguros Unimed 

88% se identificam com a empresa;
77,5% estão motivados;
70,6% acreditam ter desenvolvimento;
73,8% aprovam seus líderes.

 11/09/2009 – REVISTA COBERTURA

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Mercado segurador registra resultado melhor que bancos

01/09/2009 · Deixe um comentário

01/09/2009 – DCI

O final da temporada de balanços semestrais mostrou que o mercado segurador apresentou desempenho melhor se comparado ao setor bancário. O somatório dos resultados das seguradoras de Banco do Brasil (BB), Itaú Unibanco e Bradesco mostrou que o lucro líquido recuou 3,5% nos seis primeiros meses deste ano, enquanto o lucro dos respectivos conglomerados financeiros caiu 7,8% ante o primeiro semestre de 2008. Mas, na opinião de especialistas, esse cenário verificado até junho deve sofrer uma alteração nos próximos meses.

“A lucratividade do mercado segurador foi impactada pela elevação da sinistralidade. Por ser mais resiliente a períodos de instabilidade, porém, o segmento sentiu menos os efeitos da crise se comparado ao setor bancário”, afirmou João Augusto Frota Salles, economista da Lopes Filho.

Ele explicou que as carteiras de automóvel e saúde foram as principais responsáveis pelo aumento da sinistralidade no período. “A questão concorrencial fez com que as seguradoras reduzissem o preço do prêmio do seguro de automóveis sem analisar corretamente o risco. A carteira de saúde foi afetada por um maior controle da ANS [Agência Nacional de Saúde] em apólices grupais e pela gripe suína”, ressaltou Salles.

O professor de Economia Otto Nogami, do Insper (ex-Ibmec SP), acredita que a questão seja cultural. “Sabemos que seguros não são algo que está enraizado na cultura do brasileiro: quem contrata uma apólice de seguro é uma pessoa mais esclarecida, com uma renda maior, o que minimiza os impactos da crise.”

As seguradoras lucraram R$ 2,74 bilhões no primeiro semestre deste ano, ante R$ 2,84 bilhões registrados em igual período do ano passado – para efeito de análise, os resultados do primeiro semestre de 2008 do Itaú e do Unibanco foram somados, já que a instituição não tem o resultado pro forma do período.

Os conglomerados financeiros registraram lucro líquido de R$ 12,6 bilhões, ante R$ 13,67 bilhões apresentados entre janeiro e junho do ano passado. A queda da lucratividade dos bancos é explicada pela elevação do provisionamento, uma vez que a inadimplência vem crescendo consistentemente há oito meses.

Dados do BC referentes a julho mostraram que o saldo das provisões constituídas pelas instituições financeiras alcançou R$ 95,1 bilhões em julho, com crescimento mensal de 4,1%. Esse montante representa 7,3% da carteira total de crédito.

Mas essa pequena vantagem para o mercado segurador deve ser invertida nos próximos meses. “As receitas financeiras, que sofreram impacto com a redução da Selic, terão de ser compensadas com maior eficiência operacional. Mas isso não é visto da noite para o dia: é um processo para começar a ser visto em meados de 2010. Já os bancos se prepararam para a elevação da inadimplência com o aumento do provisionamento. Ou seja, o cenário para os próximos meses está mais consolidado para o setor bancário do que para o segurador”, disse o economista da consultoria Lopes Filho.

O professor de Economia do Insper ponderou que a inadimplência ainda não está controlada, principalmente por conta da redução das taxas de juros em bancos como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. “Por conta da capilaridade de ambos os bancos, outras instituições financeiras terão de reduzir suas taxas de juros a fim de manter a competitividade. Isso vunerabiliza o sistema financeiro como um todo, porque as taxas praticadas pelas instituições públicas não são factíveis”, completou.

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Seguro de entretenimento perde força por conta de crise e gripe suína

19/08/2009 · Deixe um comentário

19/08/2009 – DCI

Enquanto alguns segmentos do mercado segurador vão de vento em popa, a área de entretenimento está sentindo os efeitos da crise financeira mundial e da gripe suína. O setor, que registrava crescimento entre 15% e 20% todos os anos, deve registrar uma estabilidade em 2009. Especialistas explicam que a crise fez com que algumas empresas adiassem os projetos de patrocínio para a indústria cinematográfica. E a gripe suína fez com que alguns eventos fossem cancelados.

“Com a crise, o patrocínio foi um dos primeiros a serem cortados. Em contrapartida, observamos um crescimento no mercado de publicidade [comerciais] e no de outros eventos, como feiras e congressos, o que acabou equilibrando a carteira”, disse Juliana dos Santos, responsável pela carteira de entretenimento da Chubb.

Dulce Thompson, diretora de eventos e entretenimento da corretora Aon, destacou outra questão. “Há uma dificuldade grande de captação de recursos. Não existe número suficiente de salas que garanta o retorno esperado ao investidor”, disse.

Ela contou que devem chegar ao Brasil alguns projetos grandes neste segmento, embora não tenha adiantado o assunto. “Esses projetos devem entrar no circuito entre um ano e meio e dois anos.”

Juliana, da Chubb, contou que no primeiro semestre deste ano a seguradora fechou duas apólices de longa-metragem -um nacional e um internacional-, com orçamento de R$ 10 milhões e R$ 7 milhões. “Creio que entre o final deste ano e começo de 2010 o cenário do mercado de seguro cinematográfico já retorne à normalidade”, ressaltou.

Ao final deste semestre, o total de prêmios (em entretenimento) da Chubb avançou 49% se comparado ao registrado em igual período do ano passado. Até então pioneira em seguro de entretenimento no mercado brasileiro, a Chubb deve enfrentar alguns concorrentes interessados em operar neste mercado. “Saímos na frente pelo pioneirismo, pelos custos competitivos e pelo pessoal especializado.”

Gripe suína

Não foi só a crise que atrapalhou a evolução da carteira de entretenimento. A gripe suína fez com que algumas produtoras adiassem eventos que concentram um grande número de pessoas. “2009 não está sendo um bom ano para a indústria de entretenimento”, disse Dulce.

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Susep quer implantar microsseguro este ano

16/08/2009 · Deixe um comentário

14/08/2009 – JORNAL DO COMMERCIO

O titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Armando Vergilio dos Santos Júnior, corre para implantar ainda este ano as bases da comercialização do microsseguro, hipótese que ainda julga factível. Segundo ele, já está marcado um seminário no para apresentar ao mercado as conclusões do relatório final da Comissão Consultiva de Microsseguros. Será nos dias 10 e 11 de setembro no Rio de Janeiro.

O grupo, que une representantes do governo e do setor privado, foi criado em junho do ano passado, pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), para estudar o assunto e formatar um produto que atenda às necessidades da população de menor poder aquisitivo. “Caso o relatório seja aprovado, o próximo passo será tirar, de fato, o microsseguro do papel”, garantiu Armando Vergilio.

Já adotado em países como a Índia e a China, o microsseguro pode atender a até 100 milhões de brasileiros das classes de baixa renda, segundo estimativas repetidas pelo próprio superintendente da Susep. A idéia é oferecer coberturas básicas para a residência, vida e pequeno comércio em comunidades carentes. Além da movimentação na Susep, há projetos tramitando no Congresso Nacional que estabelecem normas para a criação de seguradoras especializadas em microsseguros e para a atuação de corretores nesse segmento.

NOVOS PLANOS. Armando Vergílio esteve em Recife, no início da semana, onde fez palestra durante o ‘Encontro com o Mercado Pernambucano de Seguros’, organizados pelos sindicatos de corretores e seguradores do estado. Ele falou também sobre o PrevSaúde e o PrevEducação, produtos desenhados pela Susep. Segundo ele, não haverá tributação incidente sobre esses planos, caso a empresa contratante queira ajudar o trabalhador a fazer esse recolhimento. Ao final de um determinado prazo, caso o segurado não queira usufruir os seguros, pode fazer a retirada do prêmio, descontando os impostos previstos sobre o lucro, como em qualquer outra modalidade de previdência.

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