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Susep quer implantar microsseguro este ano

16/08/2009 · Deixe um comentário

14/08/2009 – JORNAL DO COMMERCIO

O titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Armando Vergilio dos Santos Júnior, corre para implantar ainda este ano as bases da comercialização do microsseguro, hipótese que ainda julga factível. Segundo ele, já está marcado um seminário no para apresentar ao mercado as conclusões do relatório final da Comissão Consultiva de Microsseguros. Será nos dias 10 e 11 de setembro no Rio de Janeiro.

O grupo, que une representantes do governo e do setor privado, foi criado em junho do ano passado, pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), para estudar o assunto e formatar um produto que atenda às necessidades da população de menor poder aquisitivo. “Caso o relatório seja aprovado, o próximo passo será tirar, de fato, o microsseguro do papel”, garantiu Armando Vergilio.

Já adotado em países como a Índia e a China, o microsseguro pode atender a até 100 milhões de brasileiros das classes de baixa renda, segundo estimativas repetidas pelo próprio superintendente da Susep. A idéia é oferecer coberturas básicas para a residência, vida e pequeno comércio em comunidades carentes. Além da movimentação na Susep, há projetos tramitando no Congresso Nacional que estabelecem normas para a criação de seguradoras especializadas em microsseguros e para a atuação de corretores nesse segmento.

NOVOS PLANOS. Armando Vergílio esteve em Recife, no início da semana, onde fez palestra durante o ‘Encontro com o Mercado Pernambucano de Seguros’, organizados pelos sindicatos de corretores e seguradores do estado. Ele falou também sobre o PrevSaúde e o PrevEducação, produtos desenhados pela Susep. Segundo ele, não haverá tributação incidente sobre esses planos, caso a empresa contratante queira ajudar o trabalhador a fazer esse recolhimento. Ao final de um determinado prazo, caso o segurado não queira usufruir os seguros, pode fazer a retirada do prêmio, descontando os impostos previstos sobre o lucro, como em qualquer outra modalidade de previdência.

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VGBL SAÚDE, VGBL EDUCAÇÃO – MAIS PLANOS PARA O FUTURO

20/07/2009 · 2 Comentários

Data: 10/7/2009

Fonte: Revista Isto É

Dentro de no máximo dois meses, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai editar uma medida provisória que promete revolucionar a previdência privada no País. A MP isentará de Imposto de Renda os investimentos em VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), que forem usados para cobrir despesas com educação e saúde, nas aplicações superiores a dois anos. Isso significa que o cliente poderá acumular recursos por um período predeterminado, para pagar despesas médicas na velhice – quando planos de saúde chegam a custar R$ 1 mil por mês – ou custear a educação dos filhos, sem ser onerado em 20% de Imposto de Renda sobre os rendimentos, percentual médio cobrado nas aplicações financeiras. Para ter direito à isenção de IR deverá investir no PrevSaúde ou no PrevEducação, como se chamarão os novos produtos que serão criados pela MP e vendidos separadamente dos atuais planos de aposentadoria. “A saúde da terceira idade é um peso adicional para o Estado e onera o SUS”, acredita Armando Virgílio dos Santos, presidente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), do Ministério da Fazenda. “Buscamos inspiração no programa americano Health Savings Accounts. Só estamos esperando a decisão da Receita Federal sobre um pequeno detalhe, para encaminhar o projeto para a Presidência.” Antes mesmo da aprovação pelo Congresso, os novos produtos já estão desenhados. Antônio Cássio dos Santos, presidente da Mapfre Seguros e da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprev), diz que a medida vai despertar “um gigante”, pois a expectativa dos bancos e seguradoras é de captar no mínimo 80 milhões de clientes. De olho nesse potencial, a Mapfre terá dois alvos: a baixa renda e os planos corporativos. Para os primeiros, o aporte mínimo será de R$ 20 por mês. No caso das empresas, os produtos serão vendidos para incrementar a política de recursos humanos, com os custos divididos entre patrões e empregados. Atualmente, esse tipo de benefício exige uma ginástica tributária, porque todos os gastos com a folha de pagamentos são tributados na fonte. A mudança na legislação permitirá que as empresas excluam da folha de pagamentos esses desembolsos. “Queremos chegar à classe C com os planos de saúde e educação”, diz Santos. “E outros produtos serão mais uma opção para os empresários que quiserem reter talentos.” O Itaú Unibanco também já está com seus produtos bem avançados. De acordo com Osvaldo do Nascimento, diretor de investimentos e previdência do Itaú Unibanco, a instituição tem condições de atender à classe média, média alta e alta, já em 2010. O formato definitivo dependerá das modificações que a MP sofrer ao passar pelo Congresso Nacional – depois de editada, a MP tem 90 dias para passar pela votação -, mas um ponto é certo: a aplicação mínimia será de R$ 50 ao mês. Atualmente, o VGBL do Itaú Unibanco exige aporte inicial de R$ 250, com aplicações mínimas de R$ 80. “Poucas pessoas sabem, mas após os 65 anos se concentram 85% dos gastos com saúde. Esse mercado tem tudo para crescer”, lembra Nascimento. Os novos produtos VGBL podem fazer o patrimônio da previdência privada crescer 50% em dez anos, segundo a Susep, passando dos atuais R$ 200 bilhões para R$ 300 bilhões. O mercado de previdência privada, capitalização e resseguros corresponde a apenas 3,5% do PIB, enquanto em economias emergentes esse percentual chega a 6% e a 10% em países desenvolvidos. “Também é uma forma de o Brasil equacionar a poupança interna, que será usada para investimentos em infraestrutura”, acredita Nascimento. A Receita Federal ainda não decidiu qual será a tributação nos 24 primeiros meses. Mas quando entrar em vigor os investidores dos atuais planos poderão migrar para o PrevSaúde e o PrevEducação e optar por ter uma renda vitalícia, sacar todo o valor acumulado de uma só vez ou aos poucos a qualquer momento. Eles também poderão migrar de operadora quando quiser. Virgílio dos Santos afirma que dependerá da criatividade das seguradoras manter o cliente fidelizado. “Elas podem se comprometer com coberturas adicionais, como o seguro de vida, ou taxas de administração regressivas”, diz. O funcionário público Alexandre Prata Rodrigues, 40 anos, vê uma excelente possibilidade de investimento. Ele e a esposa, Letícia, 33 anos, devem inscrever o filho mais velho de 15 anos, ainda este ano, num programa de intercâmbio. Mas estão preocupados quando chegar a vez de Luiz Felipe, 4 anos, e Manuela, 3 anos, irem também. A diferença de idade de apenas um ano, duplica as despesas. “Eles vão chegar ao mesmo tempo na adolescência. Se a proposta com a isenção for mesmo aprovada, eu vou começar a investir já”, planeja Alexandre, que também pretende comprar um PrevSaúde para ele e para a esposa. Mas, como todos os investimentos, há sempre uma preocupação com os riscos. O Brasil vive um bom momento de captação de planos de aposentadoria, porém apenas 286 mil pessoas recebem os benefícios da previdência privada. Em geral, as famílias desconfiam da capacidade de pagamento das seguradoras, quando a população envelhecer. Hoje, 10,5% da população tem mais de 60 anos. Mas em 2030 serão mais de 14%, segundo o IBGE. Os executivos do setor, porém, garantem que o setor é seguro e muito bem regulamentado. Tarcísio Godoy, presidente do BrasilPrev Seguros e Previdência, diz ainda que há sofisticados sistemas de exposição aos riscos. “Em planos de médio e longo prazo, quando se aproxima a data de resgate, eles não estão mais sujeitos à volatilidade”, explica Godoy. “E as instituições financeiras no Brasil acabaram de passar por uma prova de fogo que foi a quebra dos bancos no mundo inteiro.” É verdade. Mas o futuro, como mostra a atual crise, pertence aos previdentes e também ao mercado.

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Seguro garantia

13/07/2009 · Deixe um comentário

13/07/2009 – VALOR ECONÔMICO

O seguro garantia, que garante que contratos serão cumpridos, é um dos que mais crescem no país. Os prêmios emitidos somaram R$ 376 milhões de janeiro a maio, aumento de 145% em comparação a igual período de 2008, segundo os dados mais recentes da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Obras de infraestrutura, construção civil e maior aceitação desse seguro como garantia na Justiça estão entre os fatores que impulsionam esse mercado.

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Corretor – Atenção para o prazo de recadastramento Circ susep 383/09

11/07/2009 · Deixe um comentário

O recadastramento das empresas corretoras de seguros começou no dia 1º de julho e vai até 31 de dezembro, mas isto não quer dizer que você pode deixar tudo para a última hora, ou pior, perder o prazo.

 ATENÇÃO

A Circular nº 383/09 da Susep, afirma que profissionais ou empresas corretoras de seguros não recadastrados estão impedidos de operar com seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência privada, nem recebem a comissão desde 1º de julho de 2009 (pessoas físicas) e 1º de abril de 2010 (pessoas jurídicas).

ALERTA

De acordo com a norma da Susep, os Corretores de Seguros e as sociedades corretoras deverão se recadastrar na Susep, por meio da Fenacor ou dos Sindicatos.

DETALHE

Foi estabelecido que, ressalvada a contribuição sindical, o recadastramento não está condicionado ao pagamento de contribuições associativas, confederativas ou preços de serviços dos sindicatos.[2]

IMPORTANTE

As carteiras de identidade profissional e os títulos de habilitação profissional serão entregues aos Corretores de Seguros e às sociedades corretoras pela Fenacor ou pelos sindicatos. Entre no site www.sincor-rs.org.br e clique no banner ao centro da página.

NÃO DEIXE PARA A ÚLTIMA HORA!

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EM UM ANO DE EXISTÊNCIA, CAPEMISA AUMENTA CAPITAL SOCIAL EM 18 VEZES

10/07/2009 · Deixe um comentário

10/07/2009 – REVISTA COBERTURA

A Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), por meio da Portaria nº 1.002, de 7 de julho de 2009, publicada no Diário Oficial da União de 08 de julho de 2009, homologou decisão dos acionistas da CAPEMISA SEGURADORA DE VIDA E PREVIDÊNCIA de aumentar o capital social  da Empresa em R$ 600.242.669,37, elevando o inicial de R$ 35 milhões para R$ 635.242.669,37. A decisão ampliou em 18 vezes o capital da Empresa.

Esta iniciativa se alicerça na expectativa da Empresa de que o mercado de seguro no País é promissor e a Capemisa vai buscar a sua fatia. 

O primeiro ano de atuação da CAPEMISA (2008) foi marcado por grandes conquistas. Apesar do pouco tempo de operação – de abril a dezembro – a empresa planejou, desenvolveu e comercializou seis novos produtos, encerrando o ano com cerca de cem mil contratos, cumprindo a meta fixada. A aposta em produtos voltados para as classes C e D – com destaque para o BILHETE PREMIÁVEL – sem esquecer os demais consumidores, foi totalmente acertada e com isso a empresa ampliou seu espaço no mercado brasileiro, oferecendo seguro e previdência para toda a população.   

O ano de 2009 começou com ótimas perspectivas. Segundo o presidente da empresa, José Augusto da Costa Tatagiba, “este promete ser o ano de crescimento da marca CAPEMISA”. Até o final de 2009, novos produtos serão lançados, com foco na filosofia que a norteou até agora: o futuro é para todos. Entre as metas da empresa está aumentar a participação em São Paulo, que deve passar a representar 50% dos seus negócios, contra os 18% atuais, e continuar investindo em marketing e tecnologia para impulsionar as vendas.

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126 corretoras de seguros já pediram o recadastramento

06/07/2009 · Deixe um comentário

06/07/2009 – REVISTA COBERTURA

Em apenas dois dias úteis, 126 sócios de corretoras de seguros já apresentaram o pedido de recadastramento. O prazo para essas empresas de recadastrarem vai até o dia 31 de dezembro. Mas, para evitar atropelos de última hora, o ideal é que essa solicitação seja feita o quanto antes possível.

São Paulo, que tem o maior número de corretoras de seguros em atividade no país, é, até agora, o estado com mais pedidos de recadastramento feitos: 37, ou 30,8% do total. Mas, vale destacar também os números referentes a Santa Catarina. Lá, 25 sócios de corretoras já solicitaram o recadastramento, o equivalente a 20% de todas os pedidos apresentados.

Em terceiro lugar nesse “ranking” está Minas Gerais, com 16 solicitações (12,7% do total). Nos demais estados, nenhum tem mais do que dez pedidos de recadastramento apresentados.

É importante lembrar que o recadadastramento da corretora somente será feito se todos os sócios estiverem em condições legais, ou seja, já tenham se recadastrado (como corretores pessoas naturais).

Desde quarta-feira passada, as seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência privada não podem mais operar nem pagar a comissão a corretores de seguros (pessoas naturais) não recadastrados. É o que determina a Circular 383/09 da Susep. O mesmo valerá para empresas corretoras de seguros após o dia 1º de abril de 2010.

Além disso, foi estabelecido que, ressalvada a contribuição sindical, o recadastramento não está condicionado ao pagamento de contribuições associativas, confederativas ou preços de serviços dos sindicatos.

As carteiras de identidade profissional e os títulos de habilitação profissional serão entregues aos corretores de seguros e às sociedades corretoras pela Fenacor ou pelos sindicatos.

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Itaú Unibanco

30/06/2009 · Deixe um comentário

30/06/2009 – VALOR ECONÔMICO

 

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou a transferência do controle acionário da seguradora Unibanco Vida e Previdência para a Itaú Vida e Previdência, segundo o “Diário Oficial” da União. Também aprovou o aumento do capital social da Itaú em R$ 510 milhões, que passa com isso a ter capital de R$ 3,5 bilhão. O Itaú e o Unibanco anunciaram a fusão dos dois bancos no final do ano passado, criando também uma das maiores seguradoras do país.

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Vgbl Saude e Vgbl Educação podem sair ainda este ano

25/06/2009 · Deixe um comentário

25/06/2009 – MONITOR MERCANTIL

Uma nova modalidade de produto deve mexer com o mercado de fundos de pensão em breve: aplicações na modalidade VGBL destinadas a gastos com saúde e educação. Em fase adiantada de estudos pelo governo, por intermédio da Superintendência de Seguros Privados (Susep), a grande novidade desse tipo de investimento é que os participantes poderão contar com isenção de imposto de renda ao utilizar os recursos economizados para pagamento de despesas nessas duas importantes áreas.

No caso do VGBL para a saúde, que vem sendo apelidado de PreviSaúde, a idéia é oferecer aos brasileiros um meio de economizar recursos para garantir a capacidade de arcar com eventuais despesas futuras, especialmente na terceira idade. A isenção de impostos é uma forma de estímulo para a formação desse tipo de poupança. Caso o dinheiro seja utilizado para outra finalidade que não o pagamento de despesas com saúde, não haverá renúncia fiscal.

O PreviSaúde está sendo idealizado para beneficiar em especial os trabalhadores que ao se aposentarem perdem o direito ao convênio de saúde oferecido pelo empregador. Com o novo plano de previdência, o participante fará uma poupança para poder arcar com dispêndios com saúde, principalmente na terceira idade. A idéia ao se conceder a isenção nessa modalidade de investimento, incluindo Imposto de Renda, é evitar que o sistema público de saúde, mantido com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), seja ainda mais sobrecarregado ao passar a atender trabalhadores que se aposentam e perdem o benefício dos planos privados de saúde, justamente em um momento da vida em que costuma ser maior a necessidade de cuidados médicos.

Como a nova modalidade de fundo de previdência pretende conceder isenção de tributos, o envolvimento do Ministério da Fazenda acaba tornando mais complexo o processo de criação do produto. No entanto, diante da expectativa de que com a adoção do novo plano haverá redução de despesas futuras no sistema público de atendimento à saúde, a possibilidade de aprovação é grande.

O plano VGBL para gastos com saúde pode, inclusive, transformar-se em mais um importante benefício que as empresas oferecem a seus colaboradores, permitindo coparticipação dos beneficiados na formação dos fundos. Nos Estados Unidos, por exemplo, já existem modalidades de investimento similares ao projeto brasileiro.

Assim como o fundo destinado às despesas com saúde, o plano para gastos com educação, chamado de PreviEducação, funcionaria como uma poupança a ser utilizada para o pagamento de despesas com instrução, contando também com benefícios fiscais.

As duas novas modalidades de fundos VGBL são importantes instrumentos para o fortalecimento do mercado brasileiro de previdência privada. Além disso, no momento do resgate, os recursos acumulados representarão grande estímulo aos setores de saúde e educação, movimentando esses importantes segmentos de nossa economia. Portanto, que sejam aprovadas o mais breve possível essas novas modalidades de poupança previdenciária, que contribuirão com a consolidação do sistema de planejamento econômico das famílias brasileiras.

Thiago Luiz Vincoletto – Actuarial Manager de Risk Advisory Services da BDO Trevisan.

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